sexta-feira, 22 de março de 2013

Esfera de Consciência


Circundando no abismo novamente
É sentimento que vem, que vai,  que mente
Na esfera de vidro, que giro, que enlouqueço
Estrago-me, e me pergunto:  eu mereço?
Se fores não volte, mas fique, em imploro
Digo isto à sanidade, à felicidade que brinca
Eu jogo, eu nem sempre ganho, meu Deus
Meu Deus, afinal? Tudo isto é mortal?
Eu vou chegar ao fim, existe um final?
E estou a girar na consciência deixada
Enxergando turvo ao que devo seguir
E a minha razão que se encontra acamada
Ao meu sentido que deixei de sentir
Entornando na curva da perdição
A procura da luz do sim, basta de não
Quem sabe chego eu então
Nas ruas do coração.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Assim


Tenho sono e não consigo dormir
Estou parada com o coração a pular
Estás longe mas consigo sentir
É tão loucura querer te abraçar?
Mas é desta forma que sorrio espontâneo
Em cada segundo de sentimento momentâneo
Não me importa o que os outros estão a dissertar
A divagar, palpitar, olhar e reclamar
Eu tiro o mal e deixo o amar
Porque meu jeito é assim
E vou estar lá a dizer sim
No início, no meio e no fim.

Coração Vagabundo


Sem ver o teu sorriso já não posso ficar
Conta-me o que fizeste comigo?
Que agora penso só em te amar e te amar
E minha felicidade mora aí, contigo
Tira estes sapatos e vem aqui
Debaixo das cobertas é o nosso mundo
Não sei como antes sem ti vivi
Fizeste amor em um coração vagabundo.