Pensamentos colidem e circulam frenéticos
Uns assonantes, outros fonéticos
Circundo, aprofundo e pouco se explica
É rima que vai, é rima que fica
Para uma cabeça lotada poucas coisas são explícitas
São frases perdidas, em estrofes solícitas
Pouco se explica, a maioria se sente
E os sentimentos atropelam-se em meio à mente
Sentimentos não são claros, nem tampouco meus poemas
E assim juntando versos, estrofes e dilemas se cria
O que chamo de poesia.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Estás, em Demasia
Admito.
Eu sinto e não é pouco
Me revira a tua lembrança
Que me invade sem aviso
Me faz praguejar ao admitir
Que ainda estás aqui, mesmo sem pedir
Sem saber, sem notar
Bastou me olhar
E naquela noite, me tocar
Pra fazer tsunami no meu mar
Que só queria curtir a paz da maresia, em demasia
Com poesia, ô moça má!
Venha cá, conserte o que fez
Me rouba ou me devolve, de vez.
Eu sinto e não é pouco
Me revira a tua lembrança
Que me invade sem aviso
Me faz praguejar ao admitir
Que ainda estás aqui, mesmo sem pedir
Sem saber, sem notar
Bastou me olhar
E naquela noite, me tocar
Pra fazer tsunami no meu mar
Que só queria curtir a paz da maresia, em demasia
Com poesia, ô moça má!
Venha cá, conserte o que fez
Me rouba ou me devolve, de vez.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Versos da Chuva
Escorre na janela como as lágrimas no meu rosto
A chuva me salva e lava minha alma
Distrai-me da desesperança, do meu desgosto
Encara-me com fundo cinza e acalma
Quero essa tempestade nos meus pensamentos
Que leve minhas tristezas, meus tormentos!
Essa paz com que enches a existência de vida
Assemelha-se ao sorriso almejado em alma sofrida
Anda, traz tua ventania e derruba tudo que me derruba
Balança essas árvores da minha incerteza
E como ao céu traz-me de volta a clareza
Vem chuva, tempestade, vento, raio e trovão
Conserta tudo com este teu arrastão
Inunda meu coração, tira-me do chão.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Talvez
Talvez eu acorde e não veja mais seu rosto, talvez eu me
olhe no espelho e não saiba quem vejo, talvez eu me desespere quando ao te ver
virando a rua, talvez eu me tranque no quarto e fique pensando em todos os “e
se?” da minha vida. Talvez eu não esteja certa te deixando ir, talvez eu
devesse implorar que você ficasse, talvez eu devesse pegar sua mão e atar na
minha. Meu amor talvez a gente se esbarre
em algum canto do mundo, talvez a gente se encontre num sonho. Talvez eu
nunca mais te veja. Talvez tudo isso seja uma ilusão. Talvez isso seja tudo.
Mas uma coisa eu sei que não é talvez: eu te amo. Talvez
nunca deixe de te amar (nunca vou deixar).
sábado, 18 de maio de 2013
Chama
Ultimo gole de café já frio,
Tento não ouvir a voz da cama que me chama
Para ouvir a voz que chama de alguém que me ama
Mas se essa voz não chama
Apago a minha chama
Entrego-me a cama
De alguém que não ama.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Nas Ruas do Amor
Olhei para dentro de mim e te enxerguei
Analisei meu coração e transbordava de ti
Procurei pela minha mente e só te vi
Busquei a mim e não encontrei
Saí por aí e te avistei
E vejam! Encontrei!
Encontrei a mim naquele momento
Vi-me circundando naquele sentimento
Em um segundo roubou minha atenção
Levando meus olhos num olhar de paixão
Meu coração já acomodado na mão
Entornei na rua e encontrei o amor
Naquele momento senti frio e calor
E a um desconhecido disse: fica, por favor.
terça-feira, 30 de abril de 2013
Nos Meus Olhos Paixão
Não preciso falar para que me entendas
Amor olha-me bem fundo nos olhos
Sentes a ventania e a confusão?
Consegues enxergar nos meus olhos o coração?
Quero que compreendas meu amor e meu jeito de amar
Que é de sentir, viver, sorrir, chorar e não só falar
Entendas que te quero por inteiro, não sou de meio termos
Estás completas comigo? Para mim não tem mais ou menos
Dentro ou fora, nunca ou agora, sim ou não
Não tenho tempo para viver em vão
E deixo claro que és minha paixão
Quero que sejas meu sim
Basta que me diga que és para mim.
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