quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Estás, em Demasia

Admito.
Eu sinto e não é pouco
Me revira a tua lembrança
Que me invade sem aviso
Me faz praguejar ao admitir
Que ainda estás aqui, mesmo sem pedir
Sem saber, sem notar
Bastou me olhar
E naquela noite, me tocar
Pra fazer tsunami no meu mar
Que só queria curtir a paz da maresia, em demasia
Com poesia, ô moça má!
Venha cá, conserte o que fez
Me rouba ou me devolve, de vez.

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