domingo, 7 de outubro de 2012

Do Meu Fogo És a Chama


O ar de tua presença inundou o meu ser
Em um simples movimento descontrole da pulsação
Tão longe da minha está a tua mão
Só eu sei o quanto, me contive
E sim, me detive, para não lhe carregar
Amor, não sei, talvez lhe roubar
Pela mão lhe puxar, em um canto lhe beijar
É incerto e eu temo que não sintas como eu
E meu amor que é só teu, em meu peito se fecha
Mas se me deres uma brecha, eu hei de lhe falar
Eu hei de ter coragem, desbravar minhas barreiras
Quero-te e é agora, deite no meu amor
Não vejo maneira de não ser clichê quando se ama
Vou ter que lhe dizer: do meu fogo és a chama.

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