Você pode se enganar por um tempo, enganar alguém todo o tempo, mas não pode enganar todos o tempo todo.
Não é uma sensação maravilhosa, quando, cansamos, e só nos resta menos da metade da esperança que tínhamos, não em relação a uma coisa só, mas de todas as expectativas que tive ultimamente. Sou eu que mudo tão rápido, ou simplesmente desisto de tentar, canso de persistir e literalmente me sento e espero outra coisa vir? Algo me barrou... eu não sei, me impediu de passar, e eu sei quem, foi a realidade dura que se juntou com minha timidez, com o extremo do bom senso, com as barreiras que eu já tinha, mas prefiro não pensar em alguns de meus desejos vistos de perto, pois são sonhos, e sonhos são perfeitos e assim que eu quero ver, quero literalmente sonhar, tirar os pés do chão, flutuar nos poucos minutos de um devaneio, quero que os sonhos venham, e por um lado que deixem de ser sonhos, para se tornar a realidade imperfeita, mas que me inclui, onde eu vivo, onde eu estou no roteiro, onde eu vou errar e fazer de novo, ou talvez não faça, porque talvez na segunda vez a minha lupa esteja limpa e eu não queira mais a visão que tenho.
Esta é a lei da vida, sua ordem desordenada que nos leva e nos traz, é assim de uma forma e de outra, por uns caminhos e por outros, assim.
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