Na inconstância do meu ser, vago pelos “eus” existentes nas
ondas do que sou, no que pareço ser e no que gostaria de ser. Vagando por mim
mesma, a cada esquina algumas divagações. No eu se encontram verdades, na
aparência se encontram perigos, e no que almejo se encontram sonhos. Vontades
perdidas ou não, importantes ou não, vão e vem na linha pontilhada inconstante
de mim.
De que parte de mim estou vindo agora? E para que eu é meu
destino? Em dúvidas mais rasas e terrenas abrigam-se questionamentos do divino
ao profano. E na verdade sou resultado dos três operandos pelos quais transito,
sou um pouco de mim mesma, sou um pouco do que pareço, talvez eu também seja um
pouco do que gostaria de ser.
E nesta emaranhado de palavras confusas vão se encontrando
pontas de dúvidas, formando respostas um pouco mais claras. Talvez de nada
adiante transcrever pensamentos a uma folha de papel, mas talvez as palavras
que saem da minha mente deem um alívio às que não me saltam pela boca.
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