sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Menina, Menina!


Lá vem aquela moça com vestido ao vento
Beleza que desconcentra, me deixa ao relento
Sorri-me com sensualidade banhada de leveza
Deixa-me para trás com decisão, com destreza
Pois essa moça sabe, bem sabe certamente
Que sua ausência me deixa descontente
E ao agir como um inconsequente, viro naquela esquina
E a busco em cada bar, grito por ela: menina, menina!
Moça sem piedade me olha de canto
Como que soubesse sem nenhum espanto
Que lá estaria eu a correr e gritar por ela
Toda as noites com flores em sua janela
Moça, mulher, tão bela senhorita
Imploro que ouça meu amor que grita
Deixa de enlouquecer este coração que lhe ama
Aceite as flores na sua janela, me chama
Chama-me de amor, meu bem, qualquer apelido convém
Só me olha nos olhos e diz que vêm.

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